terça-feira, 17 de janeiro de 2012

História de Motivação - Valentin Tramontina

Recebi esse e-mail abaixo, e repasso para os amigos.. é grande, mas vale à pena.
É um grande exemplo de aproveitar a oportunidade e força de vontade.

O PORTEIRO DO PROSTÍBULO

Não havia no povoado pior emprego do que 'porteiro da zona'. 
Mas que outra coisa poderia fazer aquele homem? 
O fato é que nunca tinha aprendido a ler nem escrever, não tinha nenhuma outra atividade ou ofício.  
Um dia, entrou como gerente do puteiro um jovem cheio de idéias, criativo e empreendedor, que decidiu modernizar o estabelecimento. 
Fez mudanças e chamou os funcionários para as novas instruções. 
Ao porteiro disse: 
- A partir de hoje, o senhor, além de ficar na portaria, vai preparar um relatório semanal onde registrará a quantidade de pessoas que entram e seus comentários e reclamações sobre os serviços. 
- Eu adoraria fazer isso, senhor, balbuciou - Mas eu não sei ler nem escrever. 
- Ah! Quanto eu sinto! Mas se é assim, já não poderá seguir trabalhando aqui. 
- Mas senhor, não pode me despedir, eu trabalhei nisto a minha vida  inteira, não sei fazer outra coisa.

- Olhe, eu compreendo, mas não posso fazer nada pelo senhor. Vamos dar-lhe uma boa indenização e espero que encontre algo que fazer. Eu sinto muito e que tenha sorte. 
Dito isso, deu meia volta e foi embora. O porteiro sentiu como se o mundo desmoronasse Que fazer?  
Lembrou que no prostíbulo, quando quebrava alguma cadeira ou mesa, ele a arrumava, com cuidado e carinho. 
Pensou que esta poderia ser uma boa ocupação até conseguir um emprego. 
Mas só contava com alguns pregos enferrujados e um alicate mal conservado. 
Usaria o dinheiro da indenização para comprar uma caixa de ferramentas completa. 
Como o povoado não tinha casa de ferragens, deveria viajar dois dias em uma mula para ir ao povoado mais próximo para realizar a compra. E assim fez.  
No seu regresso, um vizinho bateu à sua porta: 
- Venho perguntar se você tem um martelo para me emprestar. 
- Sim, acabo de comprá-lo, mas eu preciso dele para trabalhar, já que...  
 - Bom, mas eu o devolverei amanhã bem cedo. 
 - Se é assim, está bem. 
Na manhã seguinte, como havia prometido, o vizinho bateu à porta e disse: 
- Olha, eu ainda preciso do martelo. Porque você não o vende para mim? 
- Não, eu preciso dele para trabalhar e além do mais, a casa de ferragens  mais próxima está a dois dias de viagem, de mula. 
- Façamos um trato - disse o vizinho. 
Eu pagarei os dias de ida e volta, mais o preço do martelo, já que você está sem trabalho no momento. Que lhe parece?  
Realmente, isto lhe daria trabalho por mais dois dias. Aceitou. 
Voltou a montar na sua mula e viajou. 
No seu regresso, outro vizinho o  esperava na porta de sua casa. 
- Olá, vizinho. Você vendeu um martelo a nosso amigo. 
Eu necessito de algumas ferramentas, estou disposto a pagar-lhe seus dias de viagem,  mais um pequeno lucro para que você as compre para mim, pois não disponho de tempo para viajar para fazer compras.  
Que lhe parece? 
O ex-porteiro abriu sua caixa de ferramentas e seu vizinho escolheu um alicate, uma chave de fenda, um martelo e uma talhadeira. Pagou e foi embora. E nosso amigo guardou as palavras que escutara: 'não disponho de tempo para viajar para fazer compras'. 
Se isto fosse certo, muita gente poderia necessitar que ele viajasse para trazer as ferramentas. 
Na viagem seguinte, arriscou um pouco mais de dinheiro, trazendo mais ferramentas do que as que já havia  vendido.  
De fato, poderia economizar algum tempo em viagens. 
A notícia começou a  se espalhar pelo povoado e muitos, querendo economizar a viagem, faziam  encomendas. 
Agora, como vendedor de ferramentas, uma vez por semana viajava e trazia o que precisavam seus clientes. 
Com o tempo, alugou um galpão para estocar as ferramentas e alguns meses depois,  comprou uma vitrine e um balcão e transformou o galpão na primeira  loja de ferragens do povoado. Todos estavam contentes e compravam dele.  
Já não viajava, os fabricantes lhe enviavam os pedidos. Ele era um bom cliente. Com o tempo, as pessoas dos povoados vizinhos preferiam comprar na sua loja de ferragens, a ter de gastar dias em viagens. 
Um dia ele lembrou de um amigo seu que era torneiro e ferreiro e pensou que este poderia fabricar as cabeças dos martelos. 
E logo, por que não, as chaves de fendas, os alicates, as talhadeiras, etc ... 
E após foram os pregos e os parafusos...  
Em poucos anos, ele se transformou, com seu trabalho, em um rico e próspero fabricante de ferramentas. 
Um dia decidiu doar uma escola ao povoado. 
Nela, além de ler e escrever,  as crianças aprenderiam algum ofício. 
No dia da inauguração da escola, o prefeito lhe entregou as chaves da cidade, o abraçou e disse:

- É com grande orgulho e gratidão que lhe pedimos que nos conceda a honra de colocar a sua assinatura na primeira página do livro de atas desta nova escola. 
- A honra seria minha, disse o homem. Seria a coisa que mais me daria prazer, assinar o livro, mas eu não sei ler nem escrever, sou  analfabeto.  
- O Senhor? disse incrédulo o prefeito. O senhor construiu um  império industrial sem saber ler nem escrever? Estou abismado.  Eu pergunto: 
- O que teria sido do senhor se soubesse ler e escrever? 
- Isso eu posso responder, disse o homem com toda a calma: - Se eu soubesse ler e escrever... ainda seria o 
PORTEIRO DO PUTEIRO!

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Geralmente as mudanças são vistas como adversidades. 
As adversidades podem ser bênçãos.
As crises estão cheias de oportunidades.
Se alguém lhe bloquear a porta, não gaste energia com o confronto, procure as janelas.
Lembre-se da sabedoria da água:
'A água nunca discute com seus obstáculos, mas os contorna'.
Que a sua vida seja cheia de vitórias, não importa se são grandes ou pequenas, o importante é comemorar cada uma delas.
Quando você quiser saber o seu valor, procure pessoas capazes de entender seus medos e fracassos e, acima de tudo, reconhecer suas virtudes.

Essa história é verídica, e refere-se a um grande industrial chamado...  

Valentin Tramontina,

fundador das Indústrias Tramontina, que hoje tem 10 fábricas, 5.500 empregados, produz 24 milhões de unidades variadas por mês e exporta com marca própria para mais de 120 países – é a única empresa genuinamente brasileira nessa condição. A cidadezinha citada é Carlos Barbosa, e fica no interior do Rio Grande do Sul.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

2012 - Novo ano, novos ares, novos objetivos...sempre com atitude.

Não é de hoje me que pensamos em: " Já que é ano novo, vou fazer diferente esse ano, vou comprar roupas novas, mudar meu estilo de música, conhecer gente diferente, viajar, enriquecer.." E é super normal, afinal de contas é a hora de planejar novos objetivos, metas e consequentemente obter tudo isso que se pensou. Mas, e será mesmo que as pessoas tomam a atitude de fazer diferente?
Do que adiantar, planejar, estudar, desenvolver estratégias, táticas, armar tudo, etc e tal.. se o principal - a execução -, não acontece?


Gente, vocês devem ter é mais atitude nesse 2012, sem medo de errar. Planejar, estudar e todos os outros conceitos que citamos não adiantarão de nada, se não houver atitude em você. Crie metas com os pés no chão, objetivos curtos e loongos. A última coisa, em qualquer situação, jamais deixe faltar: o sonho, por isso lhes digo: não deixe de sonhar... sonhe muito alto, sonhe mesmo, e não permita que ninguém baixe sua moral em relação ao que deseja.


Atitude + planejamento = sonho realizado. 


Meu pai tem uma máxima, que ouviu em alguma palestra, e que me identifiquei e sempre que posso passo a diante. Levo sempre comigo e acredito muito: O sonho cria, o pensamento atrai e a fé realiza. 


Pra deixar mais claro o que quero dizer, exemplifico: 


O que seria do nosso mundo sem pessoas que tiveram atitude de mudar, criar, realizar (Ghandi, Steve Jobs, Eike Batista..são exemplos). Pensadores, criadores, empresários, todos eles, de alguma forma agem para modificar o comum, normal, o simples. Nos deixando com aquela caras de bobo e aquela pergunta vem batendo na cabeça: "Como não pensei nisso antes". Esses que citei, além de pensarem antes, agiram antes..tiveram atitude.


Planeje muito, sonhe mais ainda, mas me prometa que terá atitude nesse 2012.